Na sessão síncrona do dia 03 de abril, pude conhecer o professor e alguns colegas. Infelizmente, nem todos conseguiram participar!
Apesar da diferença de fuso do Brasil em relação a Portugal (agora são 04 horas a menos, por causa do horário de verão português), lá estava eu às 14 horas no Brasil, tendo um encontro com colegas que, fisicamente, estavam nos mais diferentes cantos do planeta, mas virtualmente, utilizando o ZOOM Colibri, lá estávamos JUNTOS, dialogando sobre EDUCAÇÃO DIGITAL E ECOSSISTEMAS DE APRENDIZAGEM EM REDE. Uma experiência muito especial que se tornou relativamente comum, durante e após o período da pandemia!
Eu, assim como os demais colegas, tive a oportunidade, não só de ouvir, mas também de apresentar minhas questões e, naquele momento, retomei a questão da sobrecarga cognitiva para estudantes e professores em ambientes online, o que foi reforçado por uma fala anterior, em relação ao risco de sermos "engolidos pela tecnologia".
Vale frisar que, ao estudar os Modelos Pedagógicos Virtuais, constatei que alguns modelos davam mais importância a essa questão. Destaco aqui a Community of Inquiry- Garrison, Anderson e Archer (2000), que citada por Moreira, J. António; et al. - Educação digital em rede: princípios para o design pedagógico em tempos de pandemia, Lisboa: Universidade Aberta, 2020. p.09, destaca como ponto forte a "maximização do sentimento de presença e pertencimento" e consequentemente o "encontro":
"Um dos pontos fortes deste modelo encontra-se justamente na maximização do sentimento de presença e pertencimento, por meio da presença social, que, por exemplo, com as tecnologias da Web 3D, com representações gráficas do humano, em ambientes gráficos 3D alcança uma nova dimensão, através da presença digital virtual. Telepresença, presença digital virtual, feedback visual imediato, interatividade, imersão e espaço compartilhado são fundamentais para promover o “encontro”, permitindo a constituição de comunidades virtuais de aprendizagem conectivas e o desenvolvimento de experiências únicas de aprendizagem colaborativa/cooperativa".
Mas voltando à sessão síncrona, tive ainda a oportunidade de questionar e ouvir sobre onlife, além é claro, de assistir a diálogo enriquecedor sobre assuntos diversos.

Quando li este post seu, consegui, refletir sobre um dos aspetos da aprendizagem online e do blended learning. Apesar do seu fuso horário diferente me revi, nesta questão da flexibilidade das aulas online, onde consegui sair do trabalho e continuar a aula no carro, que, de outro modo seria impossível.
ResponderExcluirOi, Sónia.
ResponderExcluirNaquele dia, percebemos que você estava se deslocando e participando da conferência.
Em outras circunstâncias, não seria possível!
Por isso, destaco a possibilidade de "maximização do sentimento de presença e pertencimento" e consequentemente o "encontro" como uma grande conquista!!!